Médica vascular examinando perna inchada de paciente em consultório moderno

No nosso dia a dia na Clínica Dra. Juliana Sander, em Campinas/SP, recebemos muitos pacientes preocupados ao ouvir falar em “trombo na perna”. E não é por menos: o tema realmente merece atenção. Afinal, estamos falando de um problema que pode afetar a saúde vascular, causar dor, impactar a qualidade de vida e, em situações graves, até trazer riscos fatais. Neste artigo, vamos explicar de forma objetiva o que é trombose venosa profunda, os sinais que devem servir de alerta e, principalmente, como se cuidar para evitar complicações.

O que é trombo na perna e por que se preocupar?

Quando falamos em trombo, referimo-nos a um coágulo de sangue que se forma dentro de uma veia. Embora qualquer vaso sanguíneo possa ser afetado, a grande preocupação aparece quando essa obstrução ocorre nas veias profundas das pernas, causando a trombose venosa profunda (TVP).

Segundo o Ministério da Saúde, a trombose pode bloquer completamente ou parcialmente o fluxo sanguíneo, levando a inchaço, dor, alteração de cor e calor local. Mas o maior perigo é quando esse coágulo se desprende e viaja até o pulmão – origem da embolia pulmonar, quadro grave e potencialmente fatal.

É por isso que sintomas leves ou que parecem “bobos” nunca devem ser ignorados.

Coágulos nas veias profundas exigem diagnóstico e ação rápida.

Queremos reforçar: ao menor sinal de dor, inchaço estranho ou sensação de peso nas pernas, procure avaliação médica.

Quais são os sintomas do trombo na perna?

Os sinais de trombose muitas vezes começam de forma discreta, mas costumam se intensificar nos primeiros dias. Os principais sintomas são:

  • Inchaço localizado, geralmente em apenas uma das pernas
  • Dor contínua, com piora ao andar ou apertar a região
  • Sensação de peso ou pressão na perna
  • Endurecimento dos músculos, especialmente na panturrilha
  • Vermelhidão ou mudança de cor na pele
  • Calor ao toque
  • Dificuldade para se movimentar normalmente

Quantas vezes ouvimos de pacientes que sentem apenas um leve incômodo e, por isso, adiam a consulta? É fundamental deixar claro:

Sintomas discretos também merecem atenção, especialmente se surgem de repente e só em uma das pernas.

Com o avanço do quadro, outros sinais podem aparecer, incluindo veias superficiais mais evidentes e, em alguns casos, febre baixa. Quando a trombose progride, o risco de complicações aumenta drasticamente, especialmente se os sintomas ignorados evoluem para dificuldade respiratória ou dor no peito – sinais claros de emergência.

Fatores de risco: quem está mais vulnerável à trombose?

É verdade que qualquer pessoa pode desenvolver um trombo nas pernas, mas existem situações e grupos mais propensos. Esses fatores de risco ajudam a direcionar o cuidado e a prevenção:

  • Imobilização prolongada (viagens longas, pós-cirurgia, repouso)
  • Varizes e insuficiência venosa crônica
  • Idade avançada
  • Obesidade
  • Gravidez e período pós-parto
  • Uso de anticoncepcionais ou terapia de reposição hormonal
  • Histórico familiar ou pessoal de trombose
  • Tabagismo
  • Doenças crônicas (diabetes, insuficiência cardíaca, câncer)
  • Condições hereditárias que favorecem coágulos
  • Desidratação

No trabalho que realizamos diariamente, ouvimos relatos, por exemplo, de mulheres na faixa dos 30 a 40 anos preocupadas pelo uso de anticoncepcionais, e de idosos com antecedente familiar de trombose questionando se devem intensificar o cuidado. Essas são dúvidas frequentes, e os dados mostram que a atenção deve ser permanente: segundo um estudo divulgado na Acta Fisiátrica, pacientes acamados por mais de 72 horas apresentam risco significativamente aumentado para TVP.

Conhecer seu risco é o primeiro passo para a prevenção.

Como é feito o diagnóstico do trombo na perna?

Quando suspeitamos de trombose, o diagnóstico preciso é fundamental para definir o melhor tratamento. O passo inicial é sempre uma avaliação clínica detalhada, em que investigamos sintomas e fatores de risco. Em seguida, o exame de escolha é o ultrassom doppler venoso – um método rápido, indolor, que avalia as veias das pernas em tempo real.

Em situações específicas, podemos solicitar também o exame de sangue D-dímero, que ajuda a excluir trombose quando o resultado está completamente normal. Para alguns pacientes, exames mais detalhados de imagem podem ser indicados, mas são pouco frequentes no cotidiano da Clínica Dra. Juliana Sander.

Se quiser saber mais sobre esse exame fundamental, recomendamos a leitura do nosso conteúdo sobre ecodoppler vascular em Campinas, onde explicamos com detalhes como funciona, quando pedir e quais seus benefícios.

Duas médicas realizam procedimento vascular em pernas de paciente em ambiente clínico com equipamento de ultrassom

O que fazer diante da suspeita de trombose?

Caso surjam sintomas compatíveis com trombo na perna, especialmente inchaço, dor ou vermelhidão em apenas um dos membros, é preciso procurar atendimento especializado rapidamente.

O objetivo é iniciar o tratamento nas primeiras 24 a 48 horas. Isso aumenta as chances de recuperação total e reduz drasticamente o risco de embolia pulmonar e outras complicações.

Na Clínica Dra. Juliana Sander, em Campinas/SP, realizamos o diagnóstico e começamos o plano terapêutico conforme cada perfil de paciente, sempre priorizando a segurança, a recuperação rápida e a preservação da estética, já que técnicas modernas como o endolaser e a Técnica ATTA são superiores às cirurgias convencionais em praticamente todos os quesitos.

Quanto antes o diagnóstico, menor o risco de complicações severas.

Tratamento do trombo na perna: o que é feito após o diagnóstico?

Com o diagnóstico confirmado, as ações são direcionadas a eliminar o coágulo, prevenir novos eventos e evitar complicações. O tratamento de escolha envolve:

  • Anticoagulantes: medicamentos que impedem o crescimento do trombo e reduzem o risco de novos coágulos. O uso é sempre monitorado de perto, e a duração depende do quadro clínico, podendo variar de semanas a muitos meses.
  • Meias de compressão: ajudam a controlar o inchaço e melhorar o retorno venoso. Além disso, previnem sequelas como síndrome pós-trombótica, dor crônica e alterações na pele.
  • Cuidados em casa, como repouso relativo (sem necessidade de imobilização completa), elevação das pernas, hidratação adequada e manutenção do peso saudável.
  • Em situações graves (coágulos grandes, risco de embolia, falha de medicação), pode haver indicação de procedimentos minimamente invasivos, como trombólise guiada por cateter, ou cirurgias específicas. Atualmente, tecnologias como o laser endovenoso, especialmente a Técnica ATTA, têm mostrado resultados superiores em recuperação, conforto e aparência natural das pernas quando comparadas à cirurgia convencional.

No nosso consultório, priorizamos sempre métodos modernos, efetivos e que permitam ao paciente retomar suas atividades o mais breve possível e com mínimo desconforto.

Quando a trombose vira emergência?

Embora a maioria dos quadros de trombose seja tratada de maneira ambulatorial, há situações que exigem socorro imediato. Se o paciente apresentar:

  • Falta de ar repentina
  • Dor forte no peito
  • Tosse com sangue
  • Desmaios ou palpitações

Esses podem ser sinais claros de embolia pulmonar.

Em caso de sintomas respiratórios graves, vá imediatamente ao serviço de emergência.

É nesses momentos que vemos a importância de alertar, orientar e acompanhar nossos pacientes. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 5 a 15% das pessoas com TVP não tratada evoluem para embolia pulmonar fatal – quadro totalmente evitável com atendimento adequado.

Mitos, verdades, e o perfil de quem mais sofre com trombose

Existe o mito de que trombose é doença de quem passou por cirurgia, ou só atinge idosos. Isso não corresponde à realidade. Dados mostram que a maior chance aparece em idosos e pacientes acamados, mas jovens expostos a fatores como pílular, tabaco, obesidade ou viagens longas também estão vulneráveis (Ministério da Saúde).

Antes e depois do tratamento de varizes em perna feminina mostrando veias salientes à esquerda e pele lisa à direita

Em nossas consultas, aproveitamos para conversar sobre estilo de vida e herança genética. Um exemplo interessante é o levantamento da Acta Fisiátrica já citado, em que 50% dos pacientes com lesão medular tinham algum antecedente familiar de trombose, reforçando a importância do histórico pessoal na prevenção e acompanhamento (estudo publicado na Acta Fisiátrica).

Outro ponto: a incidência torna-se levemente maior entre mulheres dos 20 aos 40 anos devido ao uso de anticoncepcionais e gravidezes. E pacientes com diversas doenças crônicas exigem cuidado especial.

Prevenção: como evitar a trombose na perna?

Ao respondermos a essa pergunta no consultório, falamos sempre de ações simples no dia a dia, práticas possíveis em qualquer rotina:

  • Mantenha-se em movimento: evite longos períodos sentado ou parado. Alongue e movimente as pernas frequentemente, principalmente em viagens ou trabalho de escritório. Veja dicas práticas em nosso artigo sobre trombose e viagens.
  • Beba água regularmente: hidratar-se diminui o risco de formação de coágulos.
  • Tenha uma alimentação equilibrada e mantenha o peso saudável.
  • Pratique exercícios físicos adaptados à sua condição.
  • Evite o cigarro.
  • Consulte seu médico sobre o uso de hormônios e outras medicações.
  • Tome os devidos cuidados no pós-parto, durante a gravidez e em cirurgias.
  • Cuide das varizes e busque orientação sobre tratamentos modernos, como o laser e a Técnica ATTA, que são menos traumáticos e permitem recuperação muito mais rápida do que a cirurgia convencional.
  • Use meias de compressão se indicado pelo especialista.
  • Faça acompanhamento regular caso tenha fatores de risco ou histórico familiar, especialmente após um episódio de trombose.
Pessoas movimentando as pernas sentadas em ambiente interno, prevenção trombose

Isso tudo está fundamentado em orientações do Ministério da Saúde, mostrando o impacto positivo de pequenas mudanças cotidianas na prevenção de trombose.

O que acontece depois do tratamento? Sequelas e acompanhamento contínuo

É comum que pacientes que já trataram trombose perguntem: “Estou liberado?” Nosso conselho é claro: quem já teve trombose precisa de acompanhamento médico regular para o resto da vida.

Mesmo após o tratamento principal, podem surgir pequenas sequelas, como inchaço persistente, alteração da cor da pele, úlceras ou dor crônica. Nesses casos, o acompanhamento clínico, uso de meias de compressão e, quando necessário, terapias adicionais são fundamentais para manter a qualidade de vida.

Caso haja dúvidas sobre sintomas residuais, manchas, desconforto ou novas dores, não hesite em agendar sua avaliação. Na Clínica Dra. Juliana Sander, em Campinas, trabalhamos sempre com orientação personalizada, exames modernos, acesso fácil ao ultrassom doppler vascular e total transparência no acompanhamento. Inclusive, temos um conteúdo completo sobre o que é trombose venosa profunda, que pode lhe ajudar a entender ainda mais sobre o assunto.

Identificou algum sintoma? Não ignore nem se automedique. Avaliação médica é o único caminho seguro.

Por que escolher nossa clínica para avaliação e prevenção?

Nosso compromisso, liderado pela Dra. Juliana Sander, é proporcionar o que há de mais moderno e confortável na flebologia de Campinas. A personalização do cuidado, excelência no atendimento e a adoção de tecnologias avançadas, como o laser endovenoso e a Técnica ATTA, tornam possível tratar varizes, prevenir trombose e evitar sequelas, com mínima dor e recuperação acelerada.

No nosso site, mantemos uma biblioteca de artigos sobre saúde vascular para que todos tenham acesso a conteúdo atualizado, baseado em evidências e adaptado à realidade de quem vive em Campinas. Gostamos de ensinar, esclarecer dúvidas e acompanhar de perto o sucesso dos nossos pacientes.

Paciente realizando ultrassom doppler em perna com médica em consultório Campinas

Conclusão

Concluindo, o trombo na perna é um problema sério, mas com informação, prevenção e acompanhamento especializado, é plenamente possível evitar desfechos graves. Cada ação preventiva, cada dúvida esclarecida e cada diagnóstico precoce faz diferença na vida dos nossos pacientes. Se você deseja saber mais, solucionar seus sintomas, cuidar da saúde vascular ou conhecer as vantagens das técnicas modernas como o laser, convidamos você a agendar uma avaliação conosco na Clínica Dra. Juliana Sander, referência em angiologia e cirurgia vascular em Campinas/SP. Sua saúde merece o melhor cuidado.

Perguntas frequentes

O que é trombose na perna?

Trata-se da formação de um coágulo sanguíneo, ou trombo, nas veias profundas da perna. Essa obstrução bloqueia o fluxo normal do sangue, podendo provocar inchaço, dor e, em casos graves, gerar complicações como embolia pulmonar. A trombose venosa profunda é a forma mais perigosa por alcançar vasos profundos e ter risco de migração do coágulo até os pulmões.

Quais os sintomas de trombose na perna?

Os sintomas costumam ser inchaço em apenas uma perna, dor contínua que piora ao caminhar ou apertar o local, sensação de peso, vermelhidão, calor e endurecimento muscular da região afetada. Dificuldade para movimentar, mudança de cor da pele e, em casos avançados, febre baixa podem aparecer. Caso surjam sintomas respiratórios (dificuldade de respirar, dor no peito), busque socorro imediato porque pode se tratar de uma complicação grave.

Como prevenir trombose nas pernas?

Prevenção envolve manter-se em movimento, hidratar-se, controlar o peso, não fumar, tratar varizes e adotar hábitos saudáveis. Em viagens longas ou pós-operatório, movimente as pernas regularmente e siga recomendações médicas, como uso de meias de compressão, se indicado. Manter acompanhamento regular é fundamental para quem tem fatores de risco, histórico familiar ou já passou por trombose.

Onde tratar trombose em Campinas?

Na Clínica Dra. Juliana Sander, referência em angiologia e cirurgia vascular na região de Campinas/SP, oferecemos avaliação completa, diagnóstico moderno com ultrassom doppler e tratamentos baseados nos protocolos mais atuais. Realizamos desde acompanhamento pós-trombose até terapias avançadas para quem busca prevenção ou resolução de complicações vasculares. Conte conosco para atendimento humanizado e personalizado, sempre com foco em tecnologia e segurança.

Trombose na perna pode ser grave?

Sim, a trombose venosa profunda é considerada grave porque pode evoluir para embolia pulmonar, insuficiência venosa crônica, alterações na pele e até risco de morte se não tratada rapidamente. Felizmente, quando diagnosticada precocemente e tratada de forma adequada, o risco dessas complicações diminui muito. Acompanhamento profissional é indispensável para garantir segurança e saúde a longo prazo.

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Juliana Sander Suguita

Sobre o Autor

Juliana Sander Suguita

Dra. Juliana Sander é médica formada pela UFMG, especialista em Cirurgia Geral, Cirurgia Vascular e Medicina Estética. Com extensa experiência, destaca-se pelo atendimento de excelência e constante atualização em tratamentos vasculares modernos. Referência em sua área, atua como responsável técnica em seu consultório em Campinas/SP, sempre priorizando o bem-estar, a segurança e o conforto dos pacientes, com técnicas inovadoras como o endolaser guiado por ultrassom para varizes.

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